cansei de dizer cinco, seis, sete
cansei de contar
cansei de continuar oito, nove, dez
após dormir, não perder as contas, não perder a sequência
destas cores
que gritam alto de mais em meu peito
e mais estes brilhos afiados
e mais todos estes moleques correndo para lá e para cá
derrubando o tempo
pisoteando morangos
na tempestade vermelha do meu coração.
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molhem o orquídea...