16/08/2026

:: alfabetização e mortes poéticas

 eu escrevo 

para ter o que declamar quando for velha

vou sentar-me a beira da varanda de algum abismo

e ler os meus poemas

diante da morte

sem mantras

sem terços ou rezas

apenas 

eu

os versos 

de uma vida inteira. 




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molhem o orquídea...